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quarta-feira, 14 de setembro de 2011
CRÔNICA QUEM SOU EU? crônica reflexiva DIEGO FLORES
Nosso relato começa no ano de 1825, quando Joseph um garoto de 1,20m, cabelos castanho-claros assim como seus olhos, tinha apenas 7 anos. Ele vivia com seus pais em um pequeno vilarejo, próximo à Londres. Esse não é o ano mais importante da vida de Joseph, mas é quando o mistério de sua vida começa. Em outubro daqulele ano,sua mãe, Sara, morreu devido a uma epidemia de tuberculose. Deixando seu marido, Nolan, para criar Joseph e sua irmã mais velha, Catherine. Apesar da diferença de sete anos de idade entre eles, via-se logo que eram irmãos, suas feições, cabelo e olhos, completamente identicos e de altura bem próxima. Após a morte da mãe Joseph se tornou uma verdadeira rocha, seus sentimentos encontravam-se frios e duros, seu olhar sem expressão e sua pele pálida. Joseph perdurou assim durante 12 anos no mesmo estado. Aos 19 anos resolveu sair de casa para como ele disse "encontrar seu verdadeiro eu" poucos entendiam o que ele quiz dizer nesse momento, mas sabiam que era o que precisava ser feito. Durante os primeiros meses, consequiu um emprego no jornal local. Nesse lugar aprendeu tudo o que precisava para colher todas as informações sobre os famosos e todos os outros que no jornal eram mencionados. Aquele jornal, para ele, era mais uma delegacia que jornal. Perceber quando alguém estava mentindo tornou-se fácil com o passar do tempo. Ler feições, ih, ele tirava de letra. Tornou-se um ótimo pisicólogo naquele lugar. E finalmente percebeu quem realmente era. Era um homem no auge dos 19 anos com 1,90m e o melhor jornalista da Europa, o único com quem as pessoas tinham coragem de falr o que pensavam. A pequena história de Joseph nos mostra que aprendemos com o tempo, finalmente perceberemos quem somos de verdade até porque com sete anos não sabemos quem somos.
domingo, 17 de abril de 2011
RESNHA DE O QUINZE ESCRITO POR RAQUEL DE QUEIROZ
Rachel de Queiroz, nasceu em Fortaleza - CE, no dia 17 de novembro de 1910. Fugindo dos horrores da seca de 1915, em julho de 1917 transfere-se com sua família para o Rio de Janeiro, fato esse que seria mais tarde aproveitado pela escritora como tema de seu livro de estréia, "O Quinze".
Em sua obra de estréia, a autora harmoniza o social e o psicológico no drama dos retirantes.
" O quinze" é antes de tudo um retrado do sofrimento vivido pelos retirantes na época da seca no Nordeste brasileiro. O livro conta histórias de amores que não dão frutos por falta de diálogo,conta o sofrimento de pais de familia que perderam seus empregos por culpa da seca e seu sofrimento ao passarem por diferentes locais tendo que comer até mesmo tripas de animais para sobreviver, pessoas que se humilham para conseguir um simples prato de comida, fala da fé das pessoas que pediam a cada dia por um dia de chuva, do dom de sobrevivência do nordestino.
Diego Flores Nº 08 Turma: 3006
sexta-feira, 15 de abril de 2011
DIEGO FLORES 15/04/2011
Oi gente!
HUMANO
ME PERGUNTE SE SOU UM ANJO E TE RESPONDEREI: "NÃO"
PERGUNTE-ME SE SOU UM DEMÔNIO E TE RESPONDEREI: "NÃO"
PERGUNTE-ME O QUE SOU E TE RESPONDEREI: "NEM ANJO, NEM DEMÔNIO, SOU AQUILO QUE HABITA OS CÉUS E OS INFERNOS SEM PERTENCER A NENHUM DELES, POSSUO TANTO LUZ QUANTO TREVAS, NEM ANJO NEM DEMÔNIO, SOU APENAS HUMANO!!"
DIEGO FLORES 01/03/2011
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