sexta-feira, 23 de setembro de 2011



Ansiedade

Serei eu uma pessoa normal como todas as outras? Será que o que eu sinto as outras pessoas também sente? Ou sei lá, será que elas pensam da mesma forma que eu ao sentir essa angústia? É estranho, quando algo que quero muito esta preste a acontecer  ou quando é algo que eu nunca imaginava acontecer, vai acontecer, eu passo o dia angustiada esperando até a hora chegar, fico como se não houvesse o amanhã esperando, fazendo planos, tentando adivinhar o que irá acontecer como irei me comportar, ou então a quem vou encontrar como vai ser se vai ser divertido ou não suponho tantas coisas sem saber de verdade o que irá acontecer, e isso faz com que meu estômago sem embrulhe e fico o dia inteiro pensando sobre, e não consigo nem mais se quer colocar alguma coisa em minha boca. O tempo parece parado aumenta a minha agonia coração bate acelerado, que não chega a hora de por fim no que estou sentindo, parece sem fim à demora. E algo que parece que vai se eternizar em você, enquanto aquilo não acontecer. Essa vontade louca para o tempo passar rápido não acaba, parece mesmo que essa ansiedade não vai ter mais fim!




Joana Milanez 
número:16

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Crônica.

“Amor perdido”

 Quando há conheci, ela era, meiga, delicada, inteligente e astuida; quando necessário ela parecia uma leoa, feroz preparada para defender-se. Teve um momento em que eu a espionava em que ela viu um homem maltratando uma criança de rua, no mesmo instante ela foi à defesa daquela criança, e começou a discutir com o homem; Então o homem falou que a criança estava atrapalhando a passagem das pessoas na rua. No mesmo instante ela disse aos montes a ele. Eu só de longe assistindo ela defendendo aquela criança. Quando ela estava indo embora, esperando que o sinal abrisse, aquele homem estava a seguindo com uma arma nas mãos e atirou nela, e a matou; e eu não fiz nada, não percebi que o homem estava a seguindo, ela se foi antes que eu declarasse o meu amor por ela, amor este que ao mesmo tempo se foi quando tiraram à vida dela.



Aluno: Raviny Lopes
Número: 24 

Sonhos: muitos têm, poucos conseguem.


  Sonhos. Desde criança, sempre tive muitos. E hoje percebo que nossos sonhos são essenciais em nossas vidas. Já imaginou sua vida sem sonhos? Todos temos sonhos: uma vida confortável e luxuosa, sucesso na carreira profissional, na vida pessoal e social. São tantos os sonhos que as vezes nem conseguimos descrevê-los. Sonhar é fácil, difícil mesmo é realizar. Será?
    Todos os dias somos tomados por pensamentos negativos, desde nossos amigos, até mesmo nossa família nos rodeiam de incertezas e negatividade. Isso pode nos afastar cada vez mais de nossos sonhos. E é aí que podemos ter a resposta do segredo para o sucesso e para a realização dos nossos sonhos. "Filha, lava a mão porque o dinheiro é sujo" "Hoje estou sem um puto no bolso" .. Como querem ter cumplicidade com o dinheiro, se nem se quer se torna amigo do mesmo? Chama-o de puto, vê se pode? É claro, que tudo depende de como interpretamos, porém, isso pode contar para muitas pessoas. Acha que é fácil, ouvir todo o dia que você é imprestável, que não serve pra nada .. Muitas pessoas podem não acreditar, mas esses e outros pensamentos negativos que nos envolvem pode agredir nosso bem-estar, e nosso psicológico. 
    O segredo para a realização de nossos sonhos é simplesmente ignorar pensamentos negativos, e simplesmente ser otimista. É correr atrás de nossos sonhos, com precisão e garra, nunca desistir, por mais que haja obstáculos em nossos caminhos.


Crônica produzida por Marselle Veiga (n° 21)

Crônica


                                                 A Inveja


Diz a lenda que não existe inveja boa. Inveja é coisa ruim e pronto.
Então eu sou uma invejosa. Tá, sou pecadora. Humana.
Não desejo mal a ninguém. Nem desejo o que é dos outros. Mas há algumas coisas que me dão aquela coceirinha. Vejam bem, não estou falando de pessoas bonitas, ricas, inteligentes, bem resolvidas, que levam vidas perfeitas e felizes. Eu sei que por trás disso tudo há tragédias embutidas, do tipo uma alergia fatal a chocolate, um arrependimento por não ter largado tudo e fugido com o encanador do prédio, uma micose incurável no dedão, entre outros.
Eu falo de pequenas invejas. Vejam as coisas inocentes a que me refiro:
- eu tenho inveja de quem acorda cedo. Não por obrigação, mas por vontade. Pessoas que abrem os olhos naturalmente quando a luz da manhã penetra suas janelas, e se sentem dispostas e felizes para mais um dia vindouro.
Eu não! Eu tenho os piores pensamentos do mundo quando o despertador toca. Naquele momento, eu sou uma fábrica de fumaça preta. Minha cabeça produz nuvens escuras, e eu começo um exercício hercúleo para que meus olhos se abram. Eles são mais fortes que eu, parece que estão grudados.
Não adianta me questionarem sobre dormir cedo ou acostumar-se a sair da cama em horários que antecedam o meio dia. Eu não consigo ter sono antes da meia noite, e desde o primário que eu saio da cama arrancada por uma força-maior. Nunca me acostumei! Que inveja tenho daqueles que conseguem...
- eu tenho inveja das pessoas de cabelos compridos. Meu cabelo não cresce. Eu sou igual à Xuxa. Os fios são finos, chegam num determinado comprimento, e então caem. Nunca passaram do ombro.
Já participei de vários diálogos iguais a este:
- Por que você não deixa seu cabelo crescer?
- Eu estou deixando.
- Há quanto tempo?
- Dez anos.
- Ahn??
- Ele não cresce.
- É porque você corta muito.
- Eu corto as pontinhas duas vezes por ano, se muito, senão fico careca.
- Não pode ser.
- Mas é.
Eu vejo as mulheres na rua com aqueles cabelões e fico com inveja. Admito. Meu sonho é fazer um rabo de cavalo grandão.
Bom, pelo menos eu economizo shampoo e tintura de cabelo, já que eu retoquei minhas mechas ruivas há mais de 40 dias e ainda não há o menor sinal de raiz.
- eu tenho inveja de quem foi ao show do Queen, quando eles estiveram no Brasil na década de 80. Eu era uma pirralha, e nem ao show do Menudo eu consegui ir.
- eu tenho inveja das pessoas tranqüilas, que nunca esquentam a cabeça com nada, que não se estressam e que vivem a vida na boa. Acho que a indústria famacêutica ainda não desenvolveu um medicamento com dosagem suficiente para conter a minha ansiedade. No meu caso, acho que só terreiro de macumba, viu?
- eu invejo as pessoas com talento pra cozinhar. Eu não sei fazer nada. Sou um fracasso culinário. Tudo o que eu faço fica uma gosma estranha, sem forma definida ou sabor de isopor mofado. Eu queimo pães na torradeira. Eu ameaço botar fogo na cozinha por um reles omelete. Eu não sirvo nem para ser cozinheira de presídio.
- eu invejo pessoas fotogênicas. Eu sempre saio com cara de fugitiva de hospício em todas as fotos em que apareço. Eu sou a poluição visual em pessoa.
- por último, eu invejo as pessoas com capacidade de adquirir bronzeado quando ficam sob o sol. Nada me deixa mais deprê do que ouvir alguém me dizer "Basta eu ficar um dia na praia, que já fico preta!". Se eu ficar 3 meses na praia, tomando sol diariamente, o máximo que eu consigo é atingir a tonalidade pastel. Creme. Bege claro. E isso se eu passar todos os filtros recomendados, com fatores superiores a 35.
E antes que me digam: "É por isso que você não queima!", venho por meio desta ressaltar que, se eu tiver a mísera ousadia de reduzir o fator do filtro solar em algum momento, eu simplesmente vou virar um bacon na chapa. Eu ficarei roxa, daquelas que não conseguem dormir à noite ou tomar banho. Eu sou daquelas que precisam se lembrar de passar filtro até dentro das orelhas, porque senão vai fritar e vai arder por dias e dias.
Peço perdão ao Papai do Céu. Mas eu sou uma invejosa!


Vanessa Flôres Lima nº:28

Crônica

Esperando

  As coisas são mais ou menos assim...
  Esperamos o ano inteiro por 24 horas de aniversário.
Esperamos horas e horas em pé na fila daquele show do nosso cantor predileto, que faz um show de, no máximo, duas horas. Esperamos semanas, às vezes meses, pelo lançamento daquele filme que queremos muito ver, e que dura no máximo duas horas e meia; ou aquele CD que queremos muito ouvir e que tem só 80 minutos. Esperamos o dia inteiro para ver aquela pessoa que só pode ficar com a gente por uns 10 minutos. Esperamos horas na sala de espera do médico, mesmo tendo hora marcada e, quando chega a nossa consulta, demoramos apenas 5 minutos. Esperamos cinco meses estudando, por um mês de férias.
Esperamos, no mínimo, uns 4 anos estudando para festejarmos um dia de formatura. Esperamos por volta de uma hora o almoço ficar pronto, e comemos em 20 minutos. Esperamos, ansiosamente, por aquela viagem de uma semana, que já estamos planejando há um ano. Esperamos o dia todo pela ligação que dura 10 minutos, afinal a conta não pode ser muito cara, já que o salário já acabou.
Esperamos, esperamos, esperamos...

  Depois ainda tem gente que não acha que a vida é feita de pequenos momentos ou não entende por que eu detesto tanto esperar...





Karina Nunes, n° 17.

CRÔNICA QUEM SOU EU? crônica reflexiva DIEGO FLORES

Nosso relato começa no ano de 1825, quando Joseph um garoto de 1,20m, cabelos castanho-claros assim como seus olhos, tinha apenas 7 anos. Ele vivia com seus pais em um pequeno vilarejo, próximo à Londres. Esse não é o ano mais importante da vida de Joseph, mas é quando o mistério de sua vida começa. Em outubro daqulele ano,sua mãe, Sara, morreu devido a uma epidemia de tuberculose. Deixando seu marido, Nolan, para criar Joseph e sua irmã mais velha, Catherine. Apesar da diferença de sete anos de idade entre eles, via-se logo que eram irmãos, suas feições, cabelo e olhos, completamente identicos e de altura bem próxima. Após a morte da mãe Joseph se tornou uma verdadeira rocha, seus sentimentos encontravam-se frios e duros, seu olhar sem expressão e sua pele pálida. Joseph perdurou assim durante 12 anos no mesmo estado. Aos 19 anos resolveu sair de casa para como ele disse "encontrar seu verdadeiro eu" poucos entendiam o que ele quiz dizer nesse momento, mas sabiam que era o que precisava ser feito. Durante os primeiros meses, consequiu um emprego no jornal local. Nesse lugar aprendeu tudo o que precisava para colher todas as informações sobre os famosos e todos os outros que no jornal eram mencionados. Aquele jornal, para ele, era mais uma delegacia que jornal. Perceber quando alguém estava mentindo tornou-se fácil com o passar do tempo. Ler feições, ih, ele tirava de letra. Tornou-se um ótimo pisicólogo naquele lugar. E finalmente percebeu quem realmente era. Era um homem no auge dos 19 anos com 1,90m e o melhor jornalista da Europa, o único com quem as pessoas tinham coragem de falr o que pensavam. A pequena história de Joseph nos mostra que aprendemos com o tempo, finalmente perceberemos quem somos de verdade até porque com sete anos não sabemos quem somos.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Crônica

  
    Há um sol brilhando lá fora




  Durante todo o dia pensei, pensei e pensei. Minha mente estava bloqueada o tempo todo. Eu só conseguia pensar nos problemas, nos meus sonhos que foram frustrados, na falta que minha mãe me faz (hoje seria mais um aniversário dela), nas dores que eu estava sentindo ultimamente, na verdade, as preocupações me cegaram o dia todo. Me senti tomada por um cansaço que nunca havia sentido. Mas era um cansaço diferente desta vez. Eu simplesmente não queria sair de casa, queria ficar deitada pensando nos problemas, como se isso fosse ajudar a resolver alguma coisa. Mesmo sabendo que ficar deitada só faria com que o dia passasse mais devagar e com que a dor se tornasse mais intensa, era o que eu queria, ficar em casa sem ver ninguém, só eu e Deus.
  Não sei como encontrei forças, mas eu me levantei e fui pra escola, tive sorte por sair cedo. Peguei o ônibus lotado com pessoas fartas da mesma rotina, meninos com música no celular no último volume, o motorista estressado porque certamente já deveria ter dado umas 10 viagens. Olhando pela janela do ônibus não via nenhuma novidade, o mesmo de sempre, vendedores ambulantes ganhando seu pão de cada dia, pessoas de cara fechada, outras pensativas. O céu estava radiante, mas eu, não. Cheguei em casa e nada, não tinha nada pra que fizesse com que eu me sentisse feliz ou satisfeita. A minha mente continuava bloqueada, então resolvi dormir pra relaxar. Não arrumei a casa e fiquei deitada o dia inteiro. 
  Você não odeia se sentir assim? Triste e ter que sorrir. Ser incompreendida. Ser ignorada. Se sentir sozinha. Se sentir impotente e deixar com que a fraqueza tome conta de você.
  Nossa cabeça ferve querendo entender porque nos sentimos assim, mas tente caminhar, faça o impossível! Acorde de manhã, lave seu rosto, tome seu café e tenha f´é. Tudo dará certo. Agradeça a Deus pelo ar que respira. Sinta amor. Distribua
 carinho. Seja amigo. O tempo está passando e você tem que se ligar, sair dessa vida ou continuar? 
  Você é dono do seu próprio nariz! Você tem que saber o que quer da sua vida! Crie coragem! Ser forte! A vida não é para os fracos. E mesmo que um dia você esteja com vontade de ficar na cama, de ficar em casa sozinho, mesmo que um dia você se sinta ignorado e cheio de problemas, LEMBRE-SE: Há um sol brilhando lá fora! Ter problemas na vida é INEVITÁVEL, agora, ser derrotado por eles é OPCIONAL.





Kariny Martins, n° 19.
http://karinymartins.blogspot.com/
Professora, gostaria que a senhora olhasse o meu blog e desse sua opinião sobre alguns textos.
Agradecida! :)